Recompensa e punição para as pessoas certas

Exemplo de imagem
Você deve ouvir com certa frequência: trate todas as pessoas igualmente. Certo?

Agora pense, reflita, visualize: você realmente acredita nisso? Tem mais cara de um ditado popular do tipo “Maria vai com as outras”.

Em uma empresa, esse modelo distorcido de pensamento, pode levar a ruína e, quase sempre, é fatal. O certo é: trate todas as pessoas com respeito, levando em conta as normas, as regras e as leis que sancionam o bom convívio entre as pessoas. O que você acha: a afirmação não ficou mais realista?

Como você vai tratar da mesma forma um colaborador que veste a camisa da empresa e produz resultados extraordinários para a empresa, e outro, que para ele tanto faz, não reconhece que precisa fazer algo para mudar a situação, está pouco ou nada preocupado com a empresa.

É simples: um você recompensa e o outro você pune.

Tanto a recompensa quanto a punição ocorrem com base em indicadores. Os indicadores são uma celebre ferramenta de gestão e possibilitam ao gestor medir o desempenho e o sucesso de uma empresa, ou ainda de áreas ou setores específicos da empresa.

KPI é a sigla em inglês para Key Performance Indicator, ou os famosos Indicadores-Chave de Desempenho. Também conhecidos como KSI, Key Success Indicator, KPIs são nada mais, nada menos do que as métricas que o gestor elege como essenciais para avaliar um processo de sua gestão.

Uma empresa sem indicadores é como um navio sendo guiado em meio a uma tempestade por um capitão cego.

Cada empresa tem a sua real necessidade. Portanto, por mais que muitas empresas desfrutem dos mesmos indicadores para medir o sucesso de suas decisões, ações e rotinas, a grande maioria dos indicadores refletem uma realidade bem particular da empresa. É por causa dos indicadores que o gestor mantém a equipe alinhada e garante uma maior probabilidade de sucesso nas operações.

Bom, acredito que, como gestor, você já reconheça a verdadeira importância dos indicadores para guiar a sua empresa rumo ao topo. Caso você ainda não esteja convencido de que os indicadores são importantes para a sua empresa, peço que dê um giro de 360º e perceba todo o ambiente a sua volta: os seus colaboradores, os seus clientes, os seus fornecedores, os seus parceiros comerciais, os seus concorrentes, seja analítico e crítico, pergunte-se:

• Como você mede a produtividade de cada um dos seus colaboradores?
• Como você mede a qualidade do trabalho de cada um dos seus colaboradores?
• Como você mede a satisfação dos seus clientes?
• Como você mede o relacionamento da sua empresa com os seus fornecedores?
• Como você mede o nível de sucesso das suas ações com os seus parceiros comerciais?
• Como você mede o que os seus maiores concorrentes estão fazendo para dominar o seu mercado?

Eu poderia ser ainda mais específico, aprofundar cada um dos tópicos citados acima, e tentar fazer você entender o que se passa dentro da sua empresa, do seu mercado, do seu nicho, mas não é o meu objetivo principal aqui.

Levando em conta tudo o que você leu até agora, fica claro que as pessoas não devem ser tratadas de forma igual e sim respeitadas, sempre.

Bateu a meta. Conquistou um novo cliente. Não perdeu nenhum cliente no período. Recompensa é o óbvio. Não bateu a meta, não conseguiu nenhum novo cliente e ainda teve reclamações de clientes. Punição é o mais óbvio.

Você não pode cortar as asas de quem quer e sabe voar. Mas também não deve dar asas a quem não quer e nem sabe voar. É burrice!

As empresas passam muito tempo reparando o irreparável, perdem seu tempo precioso com pessoas e situações que não levam a lugar algum, e se tem alguém que não perdoa é o tempo, ele passa e não volta mais.

Nos últimos anos tenho participado de inúmeras convenções e reuniões de Marketing Multinível, seja como Palestrante, Treinador ou convidado. Sempre aprendo coisas novas e incríveis com essas empresas, na verdade essa vida nômade me permite ganhar uma carga potencialmente poderosa de aprendizados e experiências, na minha mão tudo isso ganha forma.

Siga o exemplo das empresas de Marketing Multinível: elas estão sempre encorajando pessoas comuns a visitarem o topo. As convenções e reuniões dessas empresas são regadas a mostrar os próprios casos de sucesso, pessoas comuns que alcançaram um lugar ao sol e hoje desfrutam de uma vida próspera. Elas exploram com criatividade os seus próprios casos de sucesso, estimulam as pessoas a superarem os seus medos e as suas fobias, e, como consequência, estão sempre muitos quilômetros a frente de empresas engessadas em burocracias desnecessárias. É só por isso que elas arrebatam multidões de pessoas em todo o mundo? Não! Elas têm uma carta na manga...

Da mesma forma que vários times de futebol têm olheiros, aquelas pessoas que ficam de olho nos grandes clubes e nos campos de várzea do mundo inteiro, em busca de um novo “Pelé”, no Marketing Multinível, os olheiros também existem. Na verdade, os líderes são treinados para enxergar o intangível, ir além do que os olhos podem ver, e isso dá muito certo.

As empresas de Marketing Multinível mais conhecidas e renomadas do mercado sabem como lapidar as pessoas: todo aquele marketing agressivo dentro das convenções e reuniões não é à toa. Eles sabem onde tocar para provocar a mudança ou, em alguns casos, a transformação.

Então, aquele cara que estava sentado ao meu lado, na convenção passada, agora é um diamante. Se ele pode eu posso também!

Entende essa lógica?

Enquanto em uma empresa tradicional é possível encontrar 80% de pessoas medíocres, 17% de pessoas acima da média e 3% de pessoas foras de série. Nessas empresas é possível encontrar 60% de pessoas que apresentam um conjunto de características que possibilitam serem reconhecidas como acima da média (dignas de uma aposta da empresa), 10% das pessoas são medíocres e 20% das pessoas estão muito acima da média, são as pessoas foras de série.

Uma máxima é: empresas foras de série formam pessoas foras de série, o oposto também é verdade.

Essas empresas aproveitam os seus próprios casos de sucesso para modelar mais foras de série e para formar um exército de foras de série. Isso não é sorte. É gestão! É estratégia! É inteligência competitiva!

Isso justifica o porquê essas empresas crescem 300%, 400%, 500% ao ano independente do cenário político ou econômico. Na verdade, a estratégia dessas empresas é tão facilmente adaptável que, em um cenário instável e negativo, elas continuam faturando muito e lucrando alto.

Entende por que está mais do que na hora de você rever a sua estratégia de gestão de pessoas, gestão de talentos e gestão de resultados?

Aprenda sempre tendo como espelho quem faz acontecer!

Amor e Sabedoria.

Thiago Tombini
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