A Economia da Conexão

Exemplo de imagem
Eu assisto todos os dias a realidade nua e crua, diretamente do campo de batalha, vejo pessoas perdendo, sofrendo, mas também vejo pessoas vencendo, comemorando, e não é difícil entender esses dois extremos.

Tivemos várias Eras durante a história da humanidade. Na Era Agrária, mandava quem tinha terra. Na Era Industrial, mandava quem tinha capital, dinheiro. Na Era Digital ou Era da Informação, a Era em que vivemos hoje, domina o mundo quem tem informação. Aqui cabe uma subdivisão, já que na Era atual, a necessidade de networking é uma mola propulsora de resultados extraordinários.

Nunca, nunca mesmo, em época nenhuma, foi tão exigido que as pessoas tivessem tamanha habilidade em comunicação e conexão. A essa fase atual damos o nome de Economia da Conexão.

Mas o que afinal é a Economia da Conexão? Pense no termo... antes de prosseguir com a leitura.

A Economia da Conexão é a economia do networking, do contato, da comunicação, da presença, da participação, da parceria, da troca, do “juntos somos mais fortes”, é uma economia inteligente que conecta pessoas com a mesma crença, com a mesma intenção, com a mesma paixão, com os mesmos valores, é a economia que possibilita pessoas diferentes se conhecerem, pessoas fartas da mesmice conhecerem coisas longe da sua zona de conforto, pessoas perdidas se encontrarem, e, pessoas que pensavam ter se encontrado, se perderem. A Economia da Conexão é sangue no olho, faca na caveira, água no deserto.

Leia o que diz John Donne:

Nenhum homem é uma ilha, completa em si mesma. Todo homem é um pedaço de continente, uma parte da terra firme. Se um torrão de terra for levado pelo mar, toda a Europa fica menor – porque perdeu um pouco de si mesma. Por isso, o assassinato de qualquer homem me diminui, já que sou parte da humanidade.

Ninguém passa por sacrifícios suficientes para chegar ao céu sem antes passar por momentos duros. A dificuldade da vida pode ser um tesouro por sua natureza, mas só pode ser usada como moeda corrente se servir para ajudar os outros.

Alguém pode estar agonizando neste momento, e todo o seu sofrimento jazer inútil aos pés de sua cama. Pois todos os momentos difíceis que este homem passou não serviram de exemplo para ninguém.

John Donne
Poeta inglês
Nascido em 22 de janeiro de 1572 
Falecido em 31 de março de 1631

Ele escreveu isso há cargas da água atrás, parecia ter previsto. Mas o fato é que o networking desempenha um papel importante, fundamental e preciso para o sucesso pessoal e profissional.

Eu estou sempre viajando, sempre com o pé na estrada. Eu sou da época dos cartões de visita. Eu estou no aeroporto esperando o meu voo, ou mesmo na fila da lotérica, ou ainda em um show de rock, mas eu estou sempre trocando cartões. Opa, eu quero dizer WhatsApp. Agora a pessoa diz: “Sério? Cartão de visita! Que merda é essa?” Eles não querem mais o seu cartão de visita, na verdade acham isso cafona. Eles querem o seu WhatsApp. Às vezes eu encontro alguém que queira um cartão de visita, mas é só para dizer: “Acredita... eu encontrei um cara que ainda usa cartão de visita.”... Porra, o mundo está mudando e não está pedindo licença.

O fato é que as pessoas estão mais próximas umas das outras. Hoje você pode, por exemplo, participar do treinamento Unleash the Power Within (UPW) do Tony Robbins. Você pode, caso queira, participar do treinamento Secrets of the Millionaire Mind do T. Harv Eker. Você pode, caso seja fã do mundo digital, participar de uma mesa redonda frente a frente com o Gary Vaynerchuk. Enfim, hoje, caso você realmente tenha fome de algo, pode matar a sua fome na fonte. Personalidades de todas as áreas estão abertas a parcerias e envolvidas em grandes eventos, lançamentos e projetos. Essas pessoas estão sempre em busca de alguma coisa que ninguém nota. Pensa bem: o que aconteceu quando o Flávio Augusto da Silva percebeu potencial na Bel Pesce ou no Rick Chesther? Sucesso! Quantas pessoas bateram a porta na cara do Neymar ou do Whindersson Nunes? E quantas pessoas agora devem estar pensando “Como eu fui burro!”

A pergunta é: Qual é a sua moeda de troca para você fechar o negócio? A resposta é: O que você faz de melhor e que pode ser um bom negócio para um futuro parceiro?

Bem provavelmente você não é um imprestável, você apenas não sabe vender a si mesmo. Isso acontece, frequentemente.

Pense agora, por favor, o que o executivo Carlos Wizard Martins, o best-seller Roberto Shinyashiki, o Ilusionista Issao Imamura e Jordan Belfort, o verdadeiro Lobo de Wall Street – além de muitas outras celebridades e empresários de sucesso, têm em comum? Um nome: Rafa Prado. Este jovem empresário, fundador e presidente da BCY Global (Brand Called You) – empresa com foco na monetização de marcas pessoais a partir da criação de produtos digitais, imersão internacionais e eventos para milhares de pessoas – é hoje um dos maiores influenciadores entre celebridades e empresas que buscam faturar mais com as habilidades que possuem.

Por meio de processo de Mentoring e Consultoria, que podem custar de R$ 50 mil a 100 mil, além de participação nos resultados, Rafa Prado garante que qualquer pessoa ou projeto pode chegar a R$ 1 milhão ou mais num período de 2 a 3 meses. O segredo? Explorar estrategicamente o mercado digital, junto a sua marca pessoal, em seus empreendimentos.

E como Rafa Prado leva uma pessoa ou empresa a alcançar milhões? Criando produtos e estratégias exclusivas para os seus parceiros, extraindo a sua expertise, o seu diferencial de mercado e transformando isso em um “infoproduto” e/ou eventos nacionais e internacionais. Recentemente, desenvolveu conteúdo e Mentoria para um grande executivo, Carlos Wizard, e para o empreendedor serial Ricardo Bellino. A meta é simples: bater pelo menos R$ 1 milhão em vendas por programa ou produto lançado num período médio de 3 meses.

O Rafa era um cara comum, teve uma infância difícil, pobre, tudo conspirava contra ele. O que aconteceu com ele? Bom, em primeiro lugar ele estudou, ele entendeu a complexidade do mercado, ele percebeu lacunas de oportunidades no mercado, ele buscou parceiros incessantemente, e, mesmo ouvindo uma enxurrada de nãos, ele continuou, ele encontrou as pessoas certas, tomou as decisões certas, executou com precisão, e colheu os frutos das suas escolhas, do seu trabalho.

A vida dele não deu certo porque ele teve sorte. A vida dele deu certo porque ele teve atitude e porque sempre esteve comprometido com o seu objetivo. Eu conheço o Rafa, é meu amigo, e posso afirmar: “se ele colocar uma coisa na cabeça, é batata”.

O que o Rafa fez? Ele usou com maestria da Economia da Conexão.

Você entende, compreende, que o mundo está cada vez mais conectado: as empresas estão cada vez mais conectadas, as pessoas estão cada vez mais conectadas. E quem não estiver conectado? Está fora do jogo!

A questão não é mais o quanto tempo vai durar. A questão é o quanto tempo você vai demorar para entrar. O tempo que você está perdendo hoje pode ser decisivo para você no futuro. E quando digo futuro, eu me refiro a um futuro bem próximo.

Você já deve ter lido, escutado, mesmo que de relance, a frase: “Você é a média das cinco pessoas com quem passa mais tempo.”, certo? Essa frase pertence ao famoso Mentor do Tony Robbins, Jim Rohn, que faleceu em 5 de dezembro de 2009, deixando um legado enriquecedor, poderoso e único. Bom, o fato é que essa frase também reforça a época em que estamos vivendo.

A Economia da Conexão é um avanço de todas as economias que já vivemos, é a melhor descrição de uma Era de avanços tecnológicos e descobertas revolucionárias da ciência. Ficar assistindo em preto e branco, com chuviscos, rezando por sinal, na época das dimensões, em que é possível ver um cravo na cara do ator, é burrice. É isso que está acontecendo com quem não está imerso na Economia da Conexão, está vivendo em uma bolha minúscula, quente e fétida. Não é uma metáfora, é uma realidade.

Vejo você em breve! Vejo você no topo!
Amor e Sabedoria.

Thiago Tombini

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